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História da EEM

Publicado: Segunda, 16 de Julho de 2018, 14h38 | Última atualização em Quarta, 25 de Julho de 2018, 14h13
Os dados abaixo foram baseados em grande parte, no artigo publicado:
Lopes Neto, D.; Silva, M. S. Os diretores da Escola de Enfermagem de Manaus (1949 a 2007). História da Enfermagem Revista Eletrônica HERE, v. 1, p. 138-149, 2010.

       

A Escola de Enfermagem de Manaus teve sua autorização para funcionamento concedida pelo Ministério da Educação e Saúde, em 14.12.1951, por meio da Portaria nº 1.051/51 e seu reconhecimento pelo Decreto-Lei nº 36.000, de 13.12.1954. No ano de 1955, a EEM entregou para a sociedade amazonense a primeira turma de enfermeiras: Aracy de Lemos Guimarães, Doralice dos Santos Demasi, Maria Tereza das Neves Campos e Raimunda Batista de Souza. Com a extinção do Serviço Especial de Saúde Pública - SESP, em 1972, que passou a se denominar Fundação Serviços de Saúde Pública e, posteriormente, Fundação Nacional de Saúde - FNS, também tendo como mantenedor o Ministério da Saúde (MS), a EEM, com a missão de cultivar o saber acadêmico, permanecia no âmbito de um ministério que não era o da educação, o que gerou, em meados de 1990, embates e discussões sobre o lócus no qual a EEM deveria está inserida. Foi, portanto, por ato normativo, Lei nº 9.484, de 28.08.1997, que ocorreu a transferência da EEM do âmbito da FNS para a Fundação Universidade do Amazonas – Universidade do Amazonas (UA), denominada atualmente de Universidade Federal do Amazonas (UFAM), pertencente ao Ministério da Educação. 

  

OS DIRETORES DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DE MANAUS

 

Rosaly Rodrigues Taborda – 02.12.49 a 03.12.54 

Em meio a uma escolha tríplice: dirigir a Escola de Enfermagem de Recife; chefiar a Mate cá onde seria a EEM. Após visitar três estabelecimentos, optou por um terreno de 9.707 m² de propriedade de um inglês e comerciante, Mister George Clawson Browne, que o adquiriu no período áureo da borracha, do Dr. Thomas, médico patologista pesquisador do Instituto de Medicina Tropical de Londres. Neste terreno havia uma casa que funcionava como enfermaria para tratamento de cidadãos ingleses da Manaus Train (Companhia de Transporte) e da Manaus Harbour (Companhia do Porto de Manaus). Nesta gestão as atividades acadêmicas iniciam em abril de 1950, após amplas reformas e adequações, com o Curso de Auxiliar de Enfermagem.

 

Consoante Iraldes Alves Ferreira, a primeira providência de Rosaly Taborda em relação ao campo de estágio foi estabelecer um convênio com a Santa Casa de Misericórdia de Manaus, buscando não só a reorganização interna dessa unidade hospitalar, mas garanti-la como um hospital-escola para a EEM. O Curso de Enfermagem instalou-se em 16 de março 1951, com a inscrição de 15 candidatos para o processo seletivo: 08 aprovados, sendo 01 destes do sexo masculino6. O edital de inscrição foi publicado no Jornal do Comércio de Manaus com os seguintes termos:

 

“A partir de 20 de Janeiro corrente até 10 de Fevereiro estarão abertas as inscrições para o curso regular de enfermagem de acordo com a nº. Lei 755 de 6 de Agosto de 1949. O curso terá duração de 36 meses ou sejam 1.099 dias. Para matrícula o candidato deverá apresentar: a) certidão de registro civil que aprove a idade mínima de dezesseis anos e máxima de trinta e oito; b) atestados de sanidade física e mental e de vacinação; c) atestado de idoneidade moral; d) certificado de conclusão do curso secundário (...) o número de vagas para o curso inicial é de 20 (...)”.

 


Isabel Colghum Macintyre - 01/01/55 a 30/06/58

Goiana, Isabel Colghum Macintyre formou-se na Escócia em Enfermagem e revalidou seu diploma de enfermeira na Escola de Enfermagem Anna Nery em 1947. Foi diretora da Escola de Enfermeiras Florence Nightingale, ingressando na FSESP para desenvolver suas atividades de enfermagem em Brasília. Dirigiu a Escola de Enfermagem de Manaus de 1955 a 1958, deixando no seu lugar na direção da EEFN Elza Amaral da Silva.

 

Iraildes Alves Ferreira - 01/07/58 a 08/09/80

Iraildes Alves Ferreira, enfermeira formada pela Universidade de São Paulo em 1953, buscou a construção de um curso de enfermagem com padrão de qualidade. Foi articulista e consolidadora das negociações com a Santa Casa de Misericórdia de Manaus, que segundo o provedor na época, o hospital estava com as portas abertas para a EEM e sua direção tinha autonomia para realizar as mudanças que se fizessem necessárias. 

Em meio à década de 1950, a EEM gerenciou a Santa Casa de Misericórdia de Manaus, tendo inclusive uma enfermeira da EEM como provedora, Josephina de Mello, com o fito de sensibilizar os profissionais que ali estavam lotados da necessidade de mudar a filosofia de serviço tanto de Enfermagem quanto de Medicina, haja vista que no período noturno os pacientes eram desprovidos de plantão médico6 e as pessoas que realizavam o trabalho da enfermagem requeriam de uma supervisão direta.

Nesta gestão, a EEM cresceu subitamente e tornava-se ínfima em espaço físico, inclusive com aulas sendo ministradas em baixo das árvores. A caminhada às portas dos órgãos que pudessem financiar uma nova construção foi como uma gravidez de alto risco, contudo, politicamente, a estada do Dr. Paulo de Almeida Machado, na presidência do Ministério da Saúde, configurou-se como uma responsabilidade social deste com a sociedade amazonense e, por conseguinte, com a construção de uma nova EEM, inaugurada em 1976, com a presença do Presidente da República Federativa do Brasil, General Ernesto Geisel. Há de se ressaltar que o prédio ainda nos dias de hoje é uma construção moderna e o auditório recebe o nome do Dr. Paulo de Almeida Machado.

Na gestão de Iraildes foram criados os Cursos de Habilitação em Enfermagem de Saúde Pública – 1966 e de Habilitação em Enfermagem Médico-Cirúrgica - 1977, ambos com 580 horas-aula.

Dedicada ao ensino da Nutrição e Dietética no Curso de Enfermagem da Escola de Enfermagem de Manaus, Iraildes responsabilizava-se com a alimentação dos alunos do interior do Amazonas e de outros estados do país que eram internos na EEM, com significativa influência com o governo estadual e municipal que abastecia o frigorífico herdado do Dr. Browne. Ação como esta fez com que Iraildes recebesse a honraria do mérito municipal da Câmara Municipal de Manaus.

 

Isaura L. de Godoy – 09/09/80 a 15/12/80

Isaura Lopes de Godoy, primeira vice-presidente da ABEn de 1976 a 1980, pertencia ao quadro da FSESP, lotada na presidência em Brasília. Indicada pelo presidente da autarquia federal, assumiu, temporariamente, a direção da EEM, que passava, em meados da década de 1980, por transição gerencial. Pelo curto período de tempo na gerência da EEM, sobressaiu-se como articuladora para a posse da futura gestora.

 

Terezinha de Jesus Paes de Andrade Barros – 15/12/80 a 12/07/85

Graduada pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense em 1957. Na gestão de Terezinha de Jesus Paes de Andrade Barros na EEM, Manaus foi sede, em 1981, do XXIII Congresso Brasileiro de Enfermagem, com abertura solene no apoteótico Teatro Amazonas.

Na década de 1980, o plano estadual de saúde do Amazonas tinha como meta a expansão de maternidades, o que culminou com a criação do Curso de Habilitação em Enfermagem Obstétrica em 1983.

 

Josephina de Mello – 12/07/85 a 28/07/89


Formada em 1947, foi contratada pelo Serviço Especial de Saúde Pública para exercer o cargo de enfermeira de Saúde Pública nas Unidades Sanitárias dos Territórios Federais de Rondônia e Acre, cargo este que ocupou durante um ano. Dirigiu Cursos de Visitadora Sanitária e Auxiliar Hospitalar em Santarém, Estado do Pará entre os anos de 1948 a 1950, foi coordenadora geral de Cursos de Visitadora Sanitária e Auxiliar Hospitalar em Palmares, Pernambuco, Colatina, Espírito Santo, Pirapora, Minas Gerais. Mediante convênio entre SESP e Instituto de Assuntos Inter-Americanos, recebeu incentivos financeiros para estudar como bolsista na Universidade de Minnesota, Estados Unidos, curso que concluiu em 1951.

Em 08 de março de 1955 foi designada Professora da Escola de Enfermagem de Manaus, responsabilizando-se por disciplinas como Inglês, Ética, Anatomia, Fisiologia, História da Enfermagem, Exercício Profissional e Administração Aplicada à Enfermagem. Publicou artigos em revistas científicas, nacionais e internacionais, dentre os quais “Guia para Esmelas de Enfermeria en la América Latina”; “Saúde Pública e sua Integração nos currículos das Escolas de Enfermagem. Alguns subsídios”; “Preparo, no Curso de Graduação, para a Integração do Enfermeiro recém-graduado na vida profissional”;  “O papel da Enfermagem nos serviços de Saúde em face da Realidade local e regional do Brasil”; “As funções de chefia em Enfermagem”, entre outros.

Membro efetivo da Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn, foi Vice-Presidente da Associação das Misericórdias do Brasil, Membro da Associação Paulista de Hospitais; Sócia do Colégio Brasileiro de Administradores Hospitalares; Sócia da Associação Brasileira de Técnicos de Administração, Seção do Amazonas; sócia Titular da Associação de Relações Públicas.

 Em 1958 foi designada para o cargo de Vice-Diretora da Escola de Enfermagem de Manaus. Como diretora, exerceu o cargo no período de xxx/xxx/xxxxx

 Foi diretora Pró-Tempore de 12.11.1993 a 24.11.1994, período no qual se iniciava o processo de transferência da EEM do âmbito do Ministério da Saúde para o Ministério da Educação.

 

Rita de Cássia Girão de Alencar - 28/07/89 a 27/07/93

Formou-se pela Escola de Enfermagem de Manaus em 1968. Enfermeira sanitarista e Mestre em Enfermagem, Rita de Cássia Girão de Alencar teve uma trajetória gerencial que emergiu com a chefia do pensionato de homens e clínica geral de mulheres da Santa Casa de Misericórdia de Manaus no período de 24.12.1973 a 22.01.1974. Chefiou o Departamento de Ciências Básicas da EEM entre 1974-1976 e 1980-1984 além de coordenar o Serviço de Orientação Educativa da EEM de 1985 a 1988. Foi consultora Ad Hoc CNPq de 1989 a 1992.

Atualmente, reside em Natal, compondo o corpo docente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

 

Lindalva Leonor Riker – 28/07/93 a 11/11/93


Formada pela EEM em 1971. Diretora em exercício quando do afastamento legal da vice-diretora da EEM em 1993 (Portaria EEM 27/1993, Portaria GM 1561/1993). Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1977. Foi subchefe do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da EEM de 1981 a 1985 e Chefiou o referido departamento de 1989 a 1993 Aposentou-se em 1995 e retornou à EEM, estando no cargo de docente efetiva do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica na qualidade de professora assistente (Portaria GAB-Reitor 1162/2002).

 

Maria de Fátima Ferreira Farias – 25/11/94 a 25/04/97


Formada em enfermagem pela EEM em 1965. Mestre em Enfermagem pela Universidade de São Paulo. No trabalho gerencial, chefiou o pensionato de homens da Santa Casa de Misericórdia de Manaus de 1967 a 1969. Coordenou o Curso Intensivo de Auxiliar de Enfermagem da EEM, denominado de CIAE, no período de 1973/1974. Chefiou a Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da EEM em 1980 e foi Vice-Diretora da EEM de 1980-1982, 1983-1985. Coordenou as atividades integradas de ensino e de assistência entre a EEM e o Hospital Universitário Getúlio Vargas.

Maria de Fátima Ferreira Farias foi a primeira enfermeira e docente a ser outorgada pela Universidade Federal do Amazonas com a Medalha do Mérito Universitário, em 09 de julho de 2004, pelos relevantes serviços prestados à Universidade Federal do Amazonas.

 

Iracema da Silva Nogueira – 26/04/97 a 22/10/97 e 23/10/97 a 28/07/99

 

Enfermeira formada pela Escola de Enfermagem de Manaus (EEM) em 1975, com Licenciatura Plena pela Faculdade de Educação – UFAM, Especialista em Metodologia do Ensino e da Assistência de Enfermagem e Mestre em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Ana Nery - Universidade Federa do Rio de Janeiro, em 1991.

Destacou-se na administração como gerente de enfermagem da Clínica Cirúrgica da Santa Casa de Misericórdia de Manaus, chefia e subchefia de departamento da EEM, presidência da comissão de revalidação de diplomas de enfermagem da EEM.

Marcada pela proposta de transferência da EEM para a Universidade Federal do Amazonas, na gestão de Iracema Nogueira ocorreram amplos debates e discussões acerca desse rito de passagem  finalizado em 1997.

Reconduzida pelo Reitor da UFAM para dirigir a EEM em 10.1997, Iracema Nogueira assumiu a missão de reelaborar a finalidade do serviço docente da EEM no âmbito da academia – cultivar o saber na área da Enfermagem por meio do ensino, da pesquisa e extensão, contribuindo para a formação de cidadãos e desenvolvimento da Amazônia

Dentre as homenagens como docente, em 17/01/2009 recebeu a medalha Mérito Universitário concedida pela Universidade Federal do Amazonas. Em 12/05/2011 recebeu o Diploma de Honra ao Mérito concedido pela Assembléia Legislativa do Amazonas em reconhecimento ao seu meritório trabalho na Enfermagem.

Acesso ao: Currículo Lattes

Valdelize Elvas Pinheiro – 28/07/99 a 27/08/2003

 

 Formada pela Escola de Enfermagem de Manaus em 1976. Cursou Mestrado em Enfermagem Psiquiátrica (1994) e Doutorado em Enfermagem Fundamental (1998) na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/Universidade de São Paulo. Autora do livro: o ensino da enfermagem no estado do Amazonas, publicado em 2001, no qual historia o desenvolvimento do ensino superior por meio da Escola de Enfermagem de Manaus.

 Foi na gestão de Valdelize Elvas Pinheiro que ocorreu o Jubileu de Ouro da EEM, período no qual foi composto o Hino da Escola de Enfermagem de Manaus – letra: Odilson Matos e música de Sebastião Tapajós.

 

               Hino da Escola de Enfermagem de Manaus

 

        Escola de Enfermagem

      O povo da Amazônia te aclama

No teu JUBILEU

És orgulho que o Brasil inflama

Na luta por melhor assistência

Onde o dever humanitário

Transcende, amor e fraternidade.

Nossa Escola é progresso.

É harmonia social

Há 50 anos Rosaly Taborda

Fundou o nosso ideal

Fez da Amazônia

Nosso orgulho nacional.

Viva a Escola de Enfermagem

Brado de amor varonil

E terá cada enfermeiro

Um papel nobre e gentil

Viva a Escola de Enfermagem

Brado de amor varonil

Faz tornar cada vez mais gigante

O nosso querido Brasil.

 

Acesso ao: Currículo Lattes

 


David Lopes Neto – 11/08/2003 a 11/08/2007, 12/08/2007 a 11/08/2011

 

 

Graduado em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Manaus/Universidade Federal do Amazonas (1986). Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba (1996). Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará (2002). Professor Associado da Escola de Enfermagem de Manaus/Universidade Federal do Amazonas. Pesquisador e Líder de Grupo de Pesquisa em Enfermagem no CNPq. Membro do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior do INEP/MEC e do ARCU-SUR; Membro da Sociedade Brasileira de Bioética; Membro  do Conselho Editorial/Consultor/revisor de diversas revistas científicas na área da saúde e da enfermagem nacionais e internacionais. Membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Enfermagem da Escola de Enfermagem de Manaus. Membro da Comissão Própria de Avaliação e da Editora da UFAM. Docente do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Enfermagem UEPA/UFAM. Docente do Programa de Pós-Graduação de Mestrado em Saúde, Sociedade e Endemias da Amazônia/Fiocruz/UFAM/UFPA. Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Amazonas.

Sua Gestão 2007-2011 foi marcada pela consolidação da EEM na UFAM, aumento da visibilidade institucional e garantiu boa avaliação do curso de enfermagem no Amazonas

Acesso ao: Currículo Lattes

 

Nair Chase da Silva – 2011 a 2015, 2016 a 2019 

Formada pela Escola de Enfermagem de Manaus em (1981), Especialista em Educação na Área da Saúde (1989), Saúde Pública  (1986) e Enfermagem do Trabalho (1991) Mestre em Educação pela Universidade Federal do Amazonas (1995) e Doutora em Saúde Coletiva pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca – FIOCRUZ (2010). 

Enfermeira Assistencial pela Fundação Serviço Especial de Saúde Pública (1981-1985). Exerceu a Chefia de Departamento Materno Infantil e Saúde Pública/Departamento Enfermagem Médico-Cirúrgica (1998-1999/1999-2001), Coordenação de Curso-Vice-direção da Escola de Enfermagem de Manaus (2003-2005). Participou de Projetos de Pesquisa e Extensão  vinculados ao Ministério da Saúde (PROFAE/PET SAÚDE/PMAQ). Membro da Comissão de Educação da Associação Brasileira de Enfermagem (2010-2013). Conselheira Titular no Conselho Municipal de Saúde (1999-2001) representando a Escola de Enfermagem de Manaus e a Universidade Federal do Amazonas   (2012 -2014) Membro da Comissão de Instalação do Mestrado Interinstitucional em Saúde Pública na Amazônia Ocidental FIOCRUZ/UFAM (2001).  

Docente da Escola de Enfermagem de Manaus (1985-2013) dos Cursos de Graduação em Enfermagem e Pós-Graduação do Programa de Mestrado Associado UEPA/UFAM. Atua em Projetos de Pesquisa na orientação de acadêmicos e mestrandos de enfermagem. É líder do Grupo de Pesquisa Educação em Saúde e Enfermagem e membro Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Enfermagem em Saúde Coletiva. Recebeu prêmio de melhor trabalho no 3º Seminário Internacional de Família e Saúde/Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (2010)  e o  Prêmio Izaura Barbosa Lima  (2º lugar) no 3º Seminário Nacional de Diretrizes de Enfermagem na Atenção Básica em Saúde (2012). 

 

Acesso ao: Currículo Lattes

 

20 Anos da Escola de Enfermagem de Manaus na UFAM

 

A história da Escola de Enfermagem de Manaus teve início em 2 de dezembro de 1949, no âmbito da Superintendência do Plano Nacional de Valorização da Amazônia (SPVEA) e mantida pela Fundação Serviço Especial de Saúde Pública pelos 42 anos seguintes. A partir de 1991, passou compor a estrutura da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), onde ficou até 1997.

No dia 27 de agosto daquele mesmo ano, a Escola foi incorporada à estrutura da então Universidade do Amazonas, migrando do Ministério da Saúde para o Ministério da Educação (MEC). O nome, no entanto, não foi modificado, mantendo-se a tradicional nomenclatura. As professoras Francilene Ferreira, Arinete Veras, Ilse Sodré, Miriam Rocha e Gilsirene Scantelbury; e as TAE Jane Guidão e Socorro Pinto já faziam parte da Escola.

Diretora da EEM no segundo mandato consecutivo, a professora Nair Chase destacou que houve avanços tanto para a Universidade quanto para a Escola. Ainda na estrutura antiga, a UA já era parceira na organização de processos seletivos, na oferta de disciplinas do ciclo básico. “Ao fim do processo, chegou-se ao entendimento da legitimidade da transferência para por fim ao principal problema, que era a ausência de quadro docente”, recordou.

“A contribuição da Escola foi inserir na Universidade o curso de Enfermagem. Por outro lado, a Escola agregou a formação integral do enfermeiro, envolvendo ensino, pesquisa e extensão”, ponderou a docente. Atualmente, o enfoque é a formação stricto sensu, com a oferta de mestrado e, futuramente, de doutorado; e ainda com ênfase na aproximação da comunidade.

Ao festejar os 20 anos na estrutura da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a Escola de Enfermagem de Manaus (EEM) recebeu 13 doutores formados pelo Doutorado Interinstitucional (Dinter) junto à Universidade de São Paulo (USP) e firmou parceria de intercâmbio com a Escola de Enfermagem da Universidade de Coimbra, em Portugal. A solenidade foi realizada no dia 30 de agosto, no auditório da Unidade.

 

 

 

 

 

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